domingo, 25 de março de 2012
B-52
Os drinques em camadas provocam suspiros de admiração e aplausos dos convidados, e o B-52, que homenageia o bombardeiro americano usado na Guerra do Vietnã, é um dos mais populares. Vários estabelecimentos reivindicam sua invenção; entre eles o famoso restaurante Alice´s, no píer de Malibu, na Califórnia, involuntariamente imortalizado por Arlo Guthrie, no sucesso da década de 1960, inspirado em sua namorada Alice.
1/2 dose de Kahlúa
1/2 dose de licor irlandês Bailey´s
1/2 dose de Grand Marnier
Despeje o Kahlúa em um copo pequeno gelado, como a taça de sherry ou o copo shots. Deixe assentar e use o as costas de uma colher para despejar cuidadosamente o Bailey´s por cima, seguido do Grand Marnier. Deixe descansar um pouco para estabilizar as camadas. Sirva com um mexedor ou beba aos poucos, saboreando cada camada.
Rende 1 coquetel
Fonte: Livro 500 coquetéis.
Postado por: Leidiane Bueno
Black Velvet
Na Inglaterra, era comum servir champanhe nas comemorações entre os vitorianos de classe alta, porém, em 1861, com a morte súbita do marido da rainha, príncipe Albert, o país entrou em luto. Querendo a continuar a servir o champanhe, mas sentindo que ele também deveria representar o momento, o bartender do Brook´s Club, em Londres, o combinou com a cerveja Guinness, dando-lhe um toque melancólico. O coquetel, batizado de Black Velvet, era servido em uma caneca com tampa, mas atualmente usa-se o o copo goblet ou a taça flute. O drinque tornou-se o preferido do príncipe Otto von Bismarck, e na Alemanha é conhecido por seu nome.
3 doses de cerveja Guinness bem gelada
3 doses de espumante (ou champanhe) bem gelado
Tanto a cerveja como o espumante devem estar bem gelados. despeje a Guinness no copo goblet ou na taça flute, e adicione o espumante cuidadosamente, despejando-o sobre as costas de uma colher, para que flutue sobre a cerveja. Sirva com um mexedor ou beba com as camadas separadas.
Rende o coquetel
Fonte: Livro 500 coquetéis.
Postado por: Leidiane Bueno
sexta-feira, 23 de março de 2012
Apple Mojito
Vamos matar dois coelhos com uma cajadada só. Drinks com Big Apple e variações de Mojito. Esse é um dos drinks fáceis que vai mudar sua maneira de tomar big apple. Chega de Big Apple com Sprite!
Ingredientes:
- Bacardi Big Apple – 2 doses
- Club soda – 6 doses
- Limão – 3 fatias
- Hortelã – 3 galhos, chumaços, SEI LÁ! um pouquinho. rsss
- Açúcar – 2 colheres pqnas – (ou à gosto)
Como Fazer:
- Coloque a hortelã no copo que o drink será servido e amasse com um socador.
- Adicione o açúcar e amasse um pouco mais. Quanto mais amassado melhor.
- Esprema as fatias do limão.
- Adicione o Club Soda, o Big Apple e gelo.
Dica :
- Decore com fatias de maçãs verde.
- Diga que aprendeu esse drink em havana com um barman aposentado chamado Juan Hernandez.
Postado por: Leidiane Bueno
Zombie
Boa noite! Primeiro post e um friozinho na barriga. Vamos apresentar aqui um assunto até então desconhecido para nós alunos do 4° período de Hotelaria do Instituto Federal de Goiás. Assunto esse que para a maioria dá água na boca e pra falar a verdade só de folhear os livros sobre Coquetéis senti uma vontade quase irresistível de saborear cada receita. O tal do "comer com os olhos" é gritante quando temos de estudar assuntos tão "saborosos", rsrs.
A matéria de Operações de bebidas veio para abrir nossa mente para esse mundo ainda tão pouco conhecido para muitos e que com certeza é espetacular. Contaremos aqui o surgimento, o criador, a receita, videos, reportagens e o passo-a-passo de como criar cada drink.
Espero que todos se apaixonem por esse mundo encantado.
Don Beach criou o coquetel Zombie em 1934, no restaurante Beachcomber, em Hollywood, depois que um cliente de ressaca lhe descreveu como se sentia. Vários de seus lendários drinques exóticos, sem dúvida foram inspirados por clientes, mas não se sabe ao certo se o Missionary´s Downfall (abacaxi, suco de limão, hortelã, rum e brandy de pêssego) está entre eles. o Zombie original era uma mistura de 11 ingredientes diferentes, incluindo um lance de rum 151 para finalizar. A receita apresentada aqui é uma versão simplificada - e menos letal.
1/2 dose de rum escuro
1/2 dose de rum dourado
1/2 dose de rum branco ou rum de coco Malibu
3/4 de dose de damasco
10 ml de suco de limão
60 ml de suco de abacaxi
1 colher (chá) de xarope de açucar
Gelo em cubos ou picado
1 twist de casca de limão para servir
Coloque todos os ingredientes na coqueteleira (exceto gelo) e agite vigorosamente. Despeje no copo com gelo até a metade e mexa bem. Decore com um twist de casca de limão.
Essa quantidade rende 1 coquetel.
Deliciem-se!
Fonte: Livro 500 Coqueteis
Postado por: Leidiane Bueno
Coquetel : como surgiu essa maravilha?
Um coquetel (cocktail significa literalmente "rabo-de-galo" em inglês) é uma bebida que combina duas ou mais bebidas, usualmente alcoólicas, no qual costumam ser adicionados gelo, às vezes frutas, creme de leite, açúcar etc. É geralmente servido em festas em eventos sociais etc.
História:
Sua origem é bastante remota, na idade media ja se misturava sucos de frutas aos destilados, pois estes eram muito fortes, com graduação alcoólica de 60 a 80 graus G.L.. Na antiga Grécia se misturava ao vinho, desde água do mar a mel de abelhas ou mesmo vinagres para dissolver e abrandar seu gosto, tendo assim um cocktail. A exemplo do Irish Coffee, que quando surgiu, nada mais era que álcool de centeio e água quente servida aos marinheiros do capitão "Grog", da marinha britânica.
Naturalmente, a coisa foi evoluindo das primitivas misturas para combinações mais elaboradas e atraentes. Como em quase todos os conhecimentos adquiridos pela humanidade, a habilidade em se produzir coquetéis deu-se empiricamente, com o acumulo gradual de experiências, passando da mistura aleatória de bebidas para uma prática sistemática de produção, de manifestação reconhecida de talento e criatividade. Desta forma, não o surgimento, como defendem alguns estudiosos do assunto, mas sim a consolidação e o amadurecimento da habilidade técnica na manipulação e na combinação de bebidas aconteceu na Inglaterra em meados do século XIX. Em seguida alastrou-se pelo resto da Europa.
Entretanto, foram os americanos que realmente popularizaram e consagraram o cocktail, principalmente a partir da década de 20 do século passado, ironicamente durante a vigência da lei seca nos Estados Unidos. Era um meio de se amenizar o terrível gosto das bebidas fabricadas ilegalmente e também uma forma disfarçada de se beber sem chamar a atenção das autoridades. Foi o caso por exemplo, do Bloody Mary.
Muitos coquetéis são populares no mundo todo mas alguns alcançaram a condição de astros, verdadeiros ícones pops da cultura ocidental. O Martini, o drinque americano que é um dos símbolos do american way of life ou a Margarita, a latina que imigrou para o norte e conquistou o coração e o paladar dos gringos. E é claro, a Caipirinha, que se ainda não é tão universal quanto os demais, é com certeza o predileto dos brasileiros.
Existe nos EUA uma cultura alcoólica muito rica e diversificada, sem falarmos na força do mercado, o que evidentemente ropiciou condições adequadas e favoráveis, se não ao surgimento, pelo menos para uma enorme popularização dos coquetéis. Por outro lado é na Europa que se encontra a grande produção das mais diversas bebidas alcoólicas além é claro, de ser o berço destas mesmas bebidas.
Ao importarmos de uma ou de outra, os métodos, os conceitos, as denominações, os ingredientes e demais tópicos agregados à produção de coquetéis, fatores como diferenças culturais, de costumes, de hábitos, de clima e até mesmo modismos, interferem no resultado final da produção de um coquetel. Além do que, certos ingredientes originais ou não existem ou não são tão facilmente encontrados em nosso país, obrigando muitas vezes a utilização de produtos similares (geralmente mais baratos) na feitura de tal ou qual coquetel. Assim, a soma destes fatores faz com que, eventualmente, um mesmo coquetel, com a mesma denominação, com a mesma provável origem e com mais ou menos a mesma base de ingredientes chegue aqui a um resultado diferente, as vezes sutil, as vezes tão marcantemente distinto que se poderia classificá-lo como sendo um outro coquetel.
Deste modo podemos dizer que existe também uma escola brasileira, que é naturalmente bastante influenciada pelas escolas européia e Norte Americana. Todo este preâmbulo tem por objetivo alertar de que optamos por utilizar um mix (o que não deixa de ser apropriado, em se tratando de coquetéis) entre as escolas europeia, americana e brasileira na composição deste glossário de termos, denominações, classificações, conceitos e métodos de produção de e para coquetéis.
O Nome:
Como se poderia suspeitar, existem diversas teorias para a origem da expressão Cocktail, algumas até que plausíveis enquanto que outras não mais que conversa de gente já bem embriagada, como quem redigiu este artigo. De qualquer modo, todas são no mínimo curiosas e engraçadas. Selecionamos algumas a seguir:
Classificação dos Coquetéis:
Categorias:
Em função da dosagem alcoólica, tamanho e temperatura dos cocktails, convencionou-se dividi-los em Short Drinks, Long Drinks, Hot Drinks.
Short drinks são bebidas servidas em copos pequenos, podendo ser aperitivos ou digestivos, variando conforme sua receita. Exemplos: Dry Martini, Margarita, Manhattan, Alexander, Rusty Nail.
Long Drinks são bebidas servidas com copos grandes, tendo geralmente em sua composição um destilado misturado a licores, sucos de frutas, refrigerantes e águas gaseificadas com muito gelo. Exemplos: Horses Neck, Tom Collins, Screw Driver, Gin Tônica.
Hot Drinks são bebidas servidas em copos especiais, tendo como finalidade principal, aquecer o corpo. São bebidas apropriadas para dias mais frios. Exemplos: Irish Coffee, Ron Grog, Hot Egg Nog.
Modalidade:
Em função dos utensílios utilizados, forma de preparação e da densidade dos ingredientes utilizados convencionou-se dividi-los em três modalidades: Batidos, Mexidos e Montados.
Batidos são os cocktails cujos componentes têm diferentes densidades entre si, por isso é necessário batê-los para misturar melhor. Exemplos: Alexander, Whisky Sour, Daiquiri, Piña Colada.
Mexidos são cocktails cujos componentes têm entre si densidades muito semelhantes, bastando para isso mexê-los para misturá-los. Exemplos: Dry Martins, Manhattan, Rob Roy, Gibson.
Montados são os cocktails que em sua composição há ingredientes de densidades diferentes ou semelhantes. Estes cocktails são preparados nos próprios copos onde serão servidos. São bebidas com visuais às vezes muito exóticos. Seus componentes devem ser colocados um a um, criando um visual bonito. Exemplos: Negroni, Old Fashioned, Pousse Coffee, Tequila Sunrise, Black Russian.
Em Classificação:
Em função do grau etílico de seus componentes os cocktails foram classificados como: estimulantes de apetite, digestivos, refrescantes, nutritivos e estimulantes físicos.
Estimulantes de apetite são cocktails com sabor seco, amargo ou ácido devendo ser servidos antes das refeições. Normalmente são preparados com bebidas destiladas, “bitters”, suco de frutas ácidas, vermutes, e pequenas quantidades de açucar.
Digestivos são cocktails preparados com componentes que ajudam na digestão dos alimentos. Entram em sua composição destilados, açúcar, licores, cremes, etc.
Refrescantes cocktails preparados normalmente com destilados, sucos de frutas, licores, refrigerantes, águas gaseificadas e muito gelo. São ideais para dias muito quentes de verão, seja na praia, na piscina ou mesmo curtindo uma gostosa noite acompanhando petiscos.
Nutritivos são cocktails em que usamos em sua composição ingredientes com alto teor calórico tais como: ovos, cremes, açúcar, mel, leite, chocolate, xaropes, vinhos fortificantes, etc.
Estimulantes físicos são cocktails preparados com ingredientes que tem por finalidade aquecer o corpo. São compostos por destilados, chás, café, chocolate, mel, leite quente, canela, noz-moscada, cravo-da-índia, recomendados para dias frios.
Fonte: artedoscoqueteis.blogspot.com.br
Postado por: Leidiane Bueno
História:
Sua origem é bastante remota, na idade media ja se misturava sucos de frutas aos destilados, pois estes eram muito fortes, com graduação alcoólica de 60 a 80 graus G.L.. Na antiga Grécia se misturava ao vinho, desde água do mar a mel de abelhas ou mesmo vinagres para dissolver e abrandar seu gosto, tendo assim um cocktail. A exemplo do Irish Coffee, que quando surgiu, nada mais era que álcool de centeio e água quente servida aos marinheiros do capitão "Grog", da marinha britânica.
Naturalmente, a coisa foi evoluindo das primitivas misturas para combinações mais elaboradas e atraentes. Como em quase todos os conhecimentos adquiridos pela humanidade, a habilidade em se produzir coquetéis deu-se empiricamente, com o acumulo gradual de experiências, passando da mistura aleatória de bebidas para uma prática sistemática de produção, de manifestação reconhecida de talento e criatividade. Desta forma, não o surgimento, como defendem alguns estudiosos do assunto, mas sim a consolidação e o amadurecimento da habilidade técnica na manipulação e na combinação de bebidas aconteceu na Inglaterra em meados do século XIX. Em seguida alastrou-se pelo resto da Europa.
Entretanto, foram os americanos que realmente popularizaram e consagraram o cocktail, principalmente a partir da década de 20 do século passado, ironicamente durante a vigência da lei seca nos Estados Unidos. Era um meio de se amenizar o terrível gosto das bebidas fabricadas ilegalmente e também uma forma disfarçada de se beber sem chamar a atenção das autoridades. Foi o caso por exemplo, do Bloody Mary.
Muitos coquetéis são populares no mundo todo mas alguns alcançaram a condição de astros, verdadeiros ícones pops da cultura ocidental. O Martini, o drinque americano que é um dos símbolos do american way of life ou a Margarita, a latina que imigrou para o norte e conquistou o coração e o paladar dos gringos. E é claro, a Caipirinha, que se ainda não é tão universal quanto os demais, é com certeza o predileto dos brasileiros.
Existe nos EUA uma cultura alcoólica muito rica e diversificada, sem falarmos na força do mercado, o que evidentemente ropiciou condições adequadas e favoráveis, se não ao surgimento, pelo menos para uma enorme popularização dos coquetéis. Por outro lado é na Europa que se encontra a grande produção das mais diversas bebidas alcoólicas além é claro, de ser o berço destas mesmas bebidas.
Ao importarmos de uma ou de outra, os métodos, os conceitos, as denominações, os ingredientes e demais tópicos agregados à produção de coquetéis, fatores como diferenças culturais, de costumes, de hábitos, de clima e até mesmo modismos, interferem no resultado final da produção de um coquetel. Além do que, certos ingredientes originais ou não existem ou não são tão facilmente encontrados em nosso país, obrigando muitas vezes a utilização de produtos similares (geralmente mais baratos) na feitura de tal ou qual coquetel. Assim, a soma destes fatores faz com que, eventualmente, um mesmo coquetel, com a mesma denominação, com a mesma provável origem e com mais ou menos a mesma base de ingredientes chegue aqui a um resultado diferente, as vezes sutil, as vezes tão marcantemente distinto que se poderia classificá-lo como sendo um outro coquetel.
Deste modo podemos dizer que existe também uma escola brasileira, que é naturalmente bastante influenciada pelas escolas européia e Norte Americana. Todo este preâmbulo tem por objetivo alertar de que optamos por utilizar um mix (o que não deixa de ser apropriado, em se tratando de coquetéis) entre as escolas europeia, americana e brasileira na composição deste glossário de termos, denominações, classificações, conceitos e métodos de produção de e para coquetéis.
O Nome:
Como se poderia suspeitar, existem diversas teorias para a origem da expressão Cocktail, algumas até que plausíveis enquanto que outras não mais que conversa de gente já bem embriagada, como quem redigiu este artigo. De qualquer modo, todas são no mínimo curiosas e engraçadas. Selecionamos algumas a seguir:
- 1. Teria sido criada pelo escritor londrino Dr. Johnson. Ele teria comparado a "pecaminosa" mistura de vinhos com destilados fortes aos cavalos de sangue misturado, sem raça definida, que, no interior da Inglaterra, tinham a ponta do rabo cortada (em inglês, cocked tails).
- 2. Na guerra da independência americana, uma taberneira chamada Betsy Flanagan, viúva de um soldado revolucionário, teria roubado as penas do rabo de um galo do inimigo para decorar os drinques que servia em sua taberna.
- 3. Outros relatos relacionam a palavra às rinhas de galo que ocorriam na região do Mississipi, nos EUA, onde penas retiradas do galo vencedor eram usadas para mexer os drinques dos apostadores vencedores.
- 4. Uma outra teoria ainda mais extravagante, diz que os beberrões freqüentadores desta rinhas utilizavam as penas para massagear a garganta, permitindo assim, a ingestão de mais um gole, já que as bebidas eram intragáveis mesmo para estes beberrões.
- 5. E há ainda quem diga sobre um drinque espetacular preparado e batizado por uma linda jovem mexicana chamada Coct
- 6. Talvez a mais plausivel de todas seja que na época da lei seca era de costume dos americanos beber Vermute com Vodka. O famoso Rabo de Galo que no Brasil é elaborado com vermute e cachaça.
Classificação dos Coquetéis:
Categorias:
Em função da dosagem alcoólica, tamanho e temperatura dos cocktails, convencionou-se dividi-los em Short Drinks, Long Drinks, Hot Drinks.
Short drinks são bebidas servidas em copos pequenos, podendo ser aperitivos ou digestivos, variando conforme sua receita. Exemplos: Dry Martini, Margarita, Manhattan, Alexander, Rusty Nail.
Long Drinks são bebidas servidas com copos grandes, tendo geralmente em sua composição um destilado misturado a licores, sucos de frutas, refrigerantes e águas gaseificadas com muito gelo. Exemplos: Horses Neck, Tom Collins, Screw Driver, Gin Tônica.
Hot Drinks são bebidas servidas em copos especiais, tendo como finalidade principal, aquecer o corpo. São bebidas apropriadas para dias mais frios. Exemplos: Irish Coffee, Ron Grog, Hot Egg Nog.
Modalidade:
Em função dos utensílios utilizados, forma de preparação e da densidade dos ingredientes utilizados convencionou-se dividi-los em três modalidades: Batidos, Mexidos e Montados.
Batidos são os cocktails cujos componentes têm diferentes densidades entre si, por isso é necessário batê-los para misturar melhor. Exemplos: Alexander, Whisky Sour, Daiquiri, Piña Colada.
Mexidos são cocktails cujos componentes têm entre si densidades muito semelhantes, bastando para isso mexê-los para misturá-los. Exemplos: Dry Martins, Manhattan, Rob Roy, Gibson.
Montados são os cocktails que em sua composição há ingredientes de densidades diferentes ou semelhantes. Estes cocktails são preparados nos próprios copos onde serão servidos. São bebidas com visuais às vezes muito exóticos. Seus componentes devem ser colocados um a um, criando um visual bonito. Exemplos: Negroni, Old Fashioned, Pousse Coffee, Tequila Sunrise, Black Russian.
Em Classificação:
Em função do grau etílico de seus componentes os cocktails foram classificados como: estimulantes de apetite, digestivos, refrescantes, nutritivos e estimulantes físicos.
Estimulantes de apetite são cocktails com sabor seco, amargo ou ácido devendo ser servidos antes das refeições. Normalmente são preparados com bebidas destiladas, “bitters”, suco de frutas ácidas, vermutes, e pequenas quantidades de açucar.
Digestivos são cocktails preparados com componentes que ajudam na digestão dos alimentos. Entram em sua composição destilados, açúcar, licores, cremes, etc.
Refrescantes cocktails preparados normalmente com destilados, sucos de frutas, licores, refrigerantes, águas gaseificadas e muito gelo. São ideais para dias muito quentes de verão, seja na praia, na piscina ou mesmo curtindo uma gostosa noite acompanhando petiscos.
Nutritivos são cocktails em que usamos em sua composição ingredientes com alto teor calórico tais como: ovos, cremes, açúcar, mel, leite, chocolate, xaropes, vinhos fortificantes, etc.
Estimulantes físicos são cocktails preparados com ingredientes que tem por finalidade aquecer o corpo. São compostos por destilados, chás, café, chocolate, mel, leite quente, canela, noz-moscada, cravo-da-índia, recomendados para dias frios.
Fonte: artedoscoqueteis.blogspot.com.br
Postado por: Leidiane Bueno
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